Terreno para Venda em Alferce
58.000 €
Tipo
Terreno
Negócio
Venda
Condição
Não aplicável
Certificado Energético
Não aplicável
Área do Terreno
5040 m²
Terreno para agricultura em Alferce - Monchique
Terreno rústico com 5.040 m² localizado em zona tranquila, a cerca de 6 km da vila de Monchique.
A propriedade desenvolve-se maioritariamente em socalcos tradicionais em pedra de granito, proporcionando excelentes condições para cultivo. O solo apresenta boa qualidade, com elevada presença de matéria orgânica e sem utilização de pesticidas ou herbicidas, o que o torna particularmente indicado para práticas de agricultura sustentável.
Dispõe de água de mina, tanque de armazenamento e ribeira/ riacho, garantindo recursos hídricos naturais ao longo do ano. Conta ainda com bons acessos e uma envolvente calma e abrigada.
O terreno inclui diversas espécies já implantadas, nomeadamente bananeiras, yucas, oliveiras e bambu.
Pelas suas características, apresenta potencial para diferentes aplicações agrícolas, incluindo projetos de produção biológica ou regenerativa.
Para mais informações ou agendamento de visita, estou disponível para o acompanhar.
A beleza também cansa pelo que nos transmite em emoção. Basta que a cor seja um grito, basta que as mutações se entrechoquem. Fujamos pois dos azuis, dos vermelhos, dos amarelos, reconfortemos um pouco o espírito cansado. Só o verde nos servirá de bálsamo e Monchique será o próximo ponto a atingir.
A serra, vista de longe, não passa de um bom fundo fotográfico, Deixe de olhar esses terrenos salgados. São tristes e estéreis como a morte.
Corre-nos à esquerda a ribeira de Boia e o solo começa a convulsionar-se. Os montes tomam gradualmente altura, unem-se uns aos outros em pregas profundas e a estrada serpenteia entre barreiras de xisto como um réptil fustigado pelo sol.
A vegetação adensa-se. Acácias perfiladas ladeiam a faixa de rolagem alcatroada, negra, e as pequenas manchas de pinhal descem até nós.
Agora, acácias, cedros e eucaliptos quase se entrelaçam desafiando os raios de sol a atravessar-lhes a folhagem compacta. Um ramal de duas dezenas de metros nos leva até às termas.
Desçamos ao Paraíso. Uma abóbada de folhagem nos protege e a ribeira límpida corre molemente rodeando calhaus ora negros, ora avermelhados. Pequenos olhos de sol marcam na terra castanha círculos luminosos. Uma ponte Uma pequena cascata As cigarras cantam e tudo é verde à nossa volta.
A água vai cavando os extratos xistosos, aprofunda-se cada vez mais e o caminho aperta-se, estrangula-se. Em baixo uma represa desconjuntada, mais além o arco de uma ponte.
Um pequeno apontamento. Hortenses azuis Um lago snob de jardim Três eucaliptos em cujos troncos meninas românticas cravaram corações e escreveram versos Uma mesa de pedra Uma fonte A fonte dos Amores.
Algumas pedras avantajadas, que pararam ao encontrar qualquer obstáculo, lembram os poios semeados do vale do Zêzere. A caminho de Monchique, as encostas talhadas em socalcos têm por vezes o aspeto dos anfiteatros romanos.
Começada a subida para a Foia olhemos em volta. Na frente o retalho verde suave dos soutos que sobem de um e de outro lado da ribeira da Serra; a nossos pés os degraus de uma escada monumental que desce até ao Pé da Cruz e a norte a vila que parece deitada na aba de um cerro.
Onde encontrou um palmo de terra cultivável, o homem ergueu muros de defesa contra a erosão e plantou jardins. Quão penoso o seu esforço A água corre por toda a parte. Dá-nos vontade de cair de borco numa prece à terra
A arborização baixa de densidade à medida que subimos, as arestas vivas das massas de pedra são punhais que procuram ferir-nos, o ar torna-se mais puro, a temperatura desce e a montanha recebe-nos desdenhosamente.
Uma curva larga A pirâmide da Foia
A propriedade desenvolve-se maioritariamente em socalcos tradicionais em pedra de granito, proporcionando excelentes condições para cultivo. O solo apresenta boa qualidade, com elevada presença de matéria orgânica e sem utilização de pesticidas ou herbicidas, o que o torna particularmente indicado para práticas de agricultura sustentável.
Dispõe de água de mina, tanque de armazenamento e ribeira/ riacho, garantindo recursos hídricos naturais ao longo do ano. Conta ainda com bons acessos e uma envolvente calma e abrigada.
O terreno inclui diversas espécies já implantadas, nomeadamente bananeiras, yucas, oliveiras e bambu.
Pelas suas características, apresenta potencial para diferentes aplicações agrícolas, incluindo projetos de produção biológica ou regenerativa.
Para mais informações ou agendamento de visita, estou disponível para o acompanhar.
A beleza também cansa pelo que nos transmite em emoção. Basta que a cor seja um grito, basta que as mutações se entrechoquem. Fujamos pois dos azuis, dos vermelhos, dos amarelos, reconfortemos um pouco o espírito cansado. Só o verde nos servirá de bálsamo e Monchique será o próximo ponto a atingir.
A serra, vista de longe, não passa de um bom fundo fotográfico, Deixe de olhar esses terrenos salgados. São tristes e estéreis como a morte.
Corre-nos à esquerda a ribeira de Boia e o solo começa a convulsionar-se. Os montes tomam gradualmente altura, unem-se uns aos outros em pregas profundas e a estrada serpenteia entre barreiras de xisto como um réptil fustigado pelo sol.
A vegetação adensa-se. Acácias perfiladas ladeiam a faixa de rolagem alcatroada, negra, e as pequenas manchas de pinhal descem até nós.
Agora, acácias, cedros e eucaliptos quase se entrelaçam desafiando os raios de sol a atravessar-lhes a folhagem compacta. Um ramal de duas dezenas de metros nos leva até às termas.
Desçamos ao Paraíso. Uma abóbada de folhagem nos protege e a ribeira límpida corre molemente rodeando calhaus ora negros, ora avermelhados. Pequenos olhos de sol marcam na terra castanha círculos luminosos. Uma ponte Uma pequena cascata As cigarras cantam e tudo é verde à nossa volta.
A água vai cavando os extratos xistosos, aprofunda-se cada vez mais e o caminho aperta-se, estrangula-se. Em baixo uma represa desconjuntada, mais além o arco de uma ponte.
Um pequeno apontamento. Hortenses azuis Um lago snob de jardim Três eucaliptos em cujos troncos meninas românticas cravaram corações e escreveram versos Uma mesa de pedra Uma fonte A fonte dos Amores.
Algumas pedras avantajadas, que pararam ao encontrar qualquer obstáculo, lembram os poios semeados do vale do Zêzere. A caminho de Monchique, as encostas talhadas em socalcos têm por vezes o aspeto dos anfiteatros romanos.
Começada a subida para a Foia olhemos em volta. Na frente o retalho verde suave dos soutos que sobem de um e de outro lado da ribeira da Serra; a nossos pés os degraus de uma escada monumental que desce até ao Pé da Cruz e a norte a vila que parece deitada na aba de um cerro.
Onde encontrou um palmo de terra cultivável, o homem ergueu muros de defesa contra a erosão e plantou jardins. Quão penoso o seu esforço A água corre por toda a parte. Dá-nos vontade de cair de borco numa prece à terra
A arborização baixa de densidade à medida que subimos, as arestas vivas das massas de pedra são punhais que procuram ferir-nos, o ar torna-se mais puro, a temperatura desce e a montanha recebe-nos desdenhosamente.
Uma curva larga A pirâmide da Foia
Localização
Alferce, Monchique, Faro
Informação do anúncio
ID do anúncio
1878056
Referência Externa
JE041 MO
Atualizado em
14/05/2026 00:37:22
Anunciante
Chamada para a rede móvel nacional
Pera Premium Properties
AMI 11034
Referência do imóvel:
JE041 MO
Consultor
Carlos
Terreno para Venda em Alferce
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